12/07/2013

 

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Um mar com 7 tons de azul. Sim, a Colômbia tem Caribe. E que Caribe.

San Andres fica a 700 quilômetros da costa e consegue reunir tudo que as outras ilhas mais badaladas da região possuem.

Praias lindas, de águas cristalinas e sem ondas, areia branca e alguns coqueiros estrategicamente posicionados. Para quem gosta de mergulho, os recifes de coral estão ali a disposição. E ainda conta com uma vida noturna pra lá de agitada, se você gostar de reggae!

Tudo aqui é mais relax e informal, embora também encontre ótimos hotéis, inclusive redes com sistema all-inclusive. Os melhores hotéis da ilha são os resorts Aquarium e Marazul, da rede Decameron.

 

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O Aquarium fica mais no centro, é indicado para famílias ou grupos de amigos. O Marazul é mais afastado, indicado para casais em lua de mel ou para quem curte um pouco mais de paz e isolamento.

Os habitantes de San Andres são muito hospitaleiros, muitos são descendentes de ingleses e jamaicanos, que conversam numa curiosa mistura de espanhol e inglês. Mas não se preocupem, todos entendem inglês.

A ilha fica mais próxima da Nicarágua e da Costa Rica do que da Colômbia continental e entre elas se estende a terceira maior barreira de corais do mundo!

Isso explica grande variedade de tons de azul e verde que se vê no mar. Os bancos de areia sobre os corais, chamados de cayos, são uma ótima alternativa para ver essa mistura de cores de perto – e com exclusividade de uma praia quase deserta. Um dos passeios mais legais é ir de lancha até os cayos e almoçar a bordo.

 

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Outra grande atração ali é o Hoyo Soplador, um sistema de túneis nas pedras que provoca um efeito de gêiser natural ao receber a água do mar.

 

Não deixe de visitar

Cayo Bolívar

Para quem está a procura de paz e tranquilidade, esta pequena ilha há 1h30m de barco de San Andrés é o destino certo, lá não tem nada, nem restaurantes, nem quiosques, muito menos moradores, apenas o mar e a areia branca, para passar o dia, literalmente, no puro ócio.

La Loma

Fica na parte mais alta da ilha de San Andrés, um bairro pequeno e charmoso. Para quem aprecia a natureza há muitas atividades, como trilhas e cavalgadas. Lá está situada a primeira igreja da ilha, a Iglesia San Bautista, com um mirante maravilhoso.

La Piscinita

Que tal alimentar peixes coloridos enquanto pratica snorkeling? Logo na entrada, o turista recebe um pedaço de pão para os peixinhos. Além disso, tem um bar onde são oferecidos diversos coquetéis típicos da região. Avenida Circunvalar (sudoeste da ilha de San Andrés).

Hoyo Soplador

O orgulho de quem vive na ilha de San Andrés. Lá tem uma fonte termal que é produzida graças à pressão que as ondas do mar fazem nas rochas, o que dá um efeito de sopro quando a água pode atingir até 20 metros de altura.

Parque Regional Johnny Cay

Aqui você poderá ver diversos tipos de animais, como iguanas, tartarugas, lagartixas azuis e aves. Ao todo são 45 mil m², com bares e restaurantes que tocam reggae e servem a típica culinária caribenha!

Playa de San Luis

A mais famosa da ilha de San Andrés. Fica do lado leste em uma área repleta de casas com arquitetura típica caribenha.

Rose Cay (Acuario) y Haynes Cay

Fica a dez minutos de barco de San Andrés, é uma conjunto com duas ilhotas conhecida como “Isla del Amor”. Legal para praticar snorkeling, ou apenas admirar a mistura de cores do mar caribenho. Para ir de Rose Cay até Haynes Cay, é só caminhar pela água, que não passa do joelho.

 

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ONDE FICAR:

Decameron Aquarium http://www.decameron.co

Decameron Los Delfines http://www.decameron.co

Royal Decameron Marazul http://www.decameron.co

Sunrise Hotel http://www.ghlhoteles.com

 

COMO CHEGAR

Há voos diretos para Bogotá com a Tam e Avianca. Com a Avianca, é possível voar de Bogotá a Cartagena ou diretamente a San Andrés. A Lan e a Taca via Lima, e a Copa Airlines, via Cidade do Panamá, que chega diretamente a Cartagena e San Andrés também são boas opções.

 

ANOTE

Aeroporto: Aeroporto Internacional El Dorado, em Bogotá (BOG), ou Aeroporto Internacional Rafael Núñez, em Cartagena

Capital: Bogotá

Moeda: Peso colombiano (US$ 1 = 1.943 pesos colombianos)

Idioma: Espanhol

Visto: Não é necessário para brasileiros

Vacinas: Febre Amarela. Não é obrigatória, mas recomendada.

Código de telefone: 57

Eletricidade: 110 v

Fuso horário: 02 horas a menos que Brasília

Melhor época para visitar: Temperaturas agradáveis o ano todo. A temporada seca é ideal para aproveitar melhor os passeios, vai de dezembro a março e também nos meses de julho e agosto. Bogotá, pela altitude, é mais fria, com média anual de 14 graus.

Informações turísticas: www.colombia.travel

 


09/08/2010

O nome é uma abreviação. Oficialmente, St. Barth’s chama-se Saint-Barthélemy.

A ilha também é pequena, são 32 praias fechadas, cercando uma ilha árida. Mas, nesse lugar — francês até a última gota de perfume —, cabe todo o requinte do planeta.

Basta chegar ao porto de Gustavia (a única cidade de St. Barth´s) e observar iates de cinco andares. A ilha não ostenta palacetes, dizem os nativos que seria um crime contra a elegância.

Já tínhamos escutado falar que St. Barth’s ou ainda St. Barts não atrai só magnatas com casas de veraneio. Hoje, também tem hotéis pequenos e exclusivos, como o nome e o destino da ilha. Para muitos, tornou-se a ilha mais exclusiva do Caribe.

O ponto ideal para admirar a enseada do porto chama-se Carl Gustaf. Este também é o nome do hotel erguido numa encosta, na altura exata para ver o pôr-do-sol no terraço.

Ao ar livre, no próprio terraço funciona um piano-bar. Se puderem, jantem no restaurante do hotel. A culinária é o fino do fino, pratos divinos e serviço exclusivo. Caso sua conta corrente seja ainda mais polpuda, hospede-se em um dos 12 bangalôs.

Todos têm piscina privativa na encosta, com vista para um conto de fadas. Os casamentos a tardinha são tão românticos que até quem já casou numa praia, fica com vontade de um revival. É lindo!

Se vocês são o tipo de casal que se interessa por culinária, estão no lugar certo. A cozinha é francesa. Longe de serem pratos servidos com porções pequenas, aqui é tudo muito bem servido e com requinte. E ninguém chega a reclamar desse fato, claro.

Mas a culinária local não se resume a foie gras, coq au vin e demais clássicos.

Minha dica é entrar no MAYA’S ou se acomodar no terraço à beira-mar do restaurante. É imperdível. A ilha também apresenta a cozinha asiática no Eddy’s e thai-japonesa no Baz.

Come-se bem em St. Barts. Muitíssimo bem.

Quem está a procura de sossego e bom serviço, optou pelo lugar certo.

Os hotéis estão muito bem localizados e contam com serviço exclusivo para casais em lua de mel. A maioria fica na Baie Saint-Jean.

São duas praias divididas por um acidente geográfico de nome emblemático: a Pedra do Eden.

Ali brilham as areias mais visitadas da ilha, sem ofender o sossego. Lá tem restaurantes e barzinhos na medida exata — como quase tudo em St. Barts. Estão a passos da sua comodidade, mas primam pela discrição. E sem música alta, évidemment.

Das 32 praias de St. Barts, apenas uma não tem acesso fácil. Quanto às outras, basta estacionar o carro.

E obviamente a praia que exige maior esforço para ser aproveitada também é considerada a mais bonita. A praia é a Colombier.

Tem areias imaculadas, rochas enormes e mar transparente. Pegue uma das diversas trilhas de 30 minutos que levam a esse lugar espetacular. Vale a visita. Mas para quem prefere a comodidade, barcos zarpam diretamente para Colombier, a partir do porto de Gustavia.

Há praias para aproveitar o sol em pontos mais isolados. Tanto ao sul quanto no norte. Ao sul, estão Lorient, Marigot e Grand Cul de Sac. Ao norte Grand Saline e Gouverneur. Para chegar a Gouverneur, siga em direção a Lurin. A estrada não é lá essas coisas, mas a praia compensa – com palmeiras e a visão das ilhas mais próximas.

Uma lenda conta que um pirata do século 17, Montbars, o Exterminador, escondeu um tesouro, não encontrado até hoje.

Dicas:

Alugar um carro não custa uma fortuna e é imprescindível para conhecer a ilha. A moda entre os turistas mais descolados é alugar um mini-cooper.

Se quiser economizar nas refeições, basta ir a La Rôtisserie ou ao Maya’s to go. As lojas vendem queijos, vinhos, patês. Ninguém achará estranho se você fizer um piquenique. Muitos casais fazem disso uma comemoração.

O idioma francês predomina, mas nos hotéis, restaurantes e lojas, o inglês é falado pelos ilhéus.

GUIA ESPERTO

Como chegar

A forma mais rápida é via St. Maarten (está a 10 min. de voo), sendo essencial dormir na lha uma noite na ida e outra na volta. É necessário o visto americano, devido à conexão nos Estados Unidos. Também existem Ferrys que saem dos portos de St. Maarten (Oyster Pond Port) e St. Martin (Marigot Port) com tempo de percurso de 1h 30m.

Onde Comer

MAYA’S, Public, Tel: 590 590 277-573 – www.st-barths.com/mayas

Eddy’s, Rue Samuel Fahlberg, em Gustavia, Tel: 590 590 275-417

Baz, Porto de Gustavia, Tel: 590 590 297-409 – www.st-barths.com/baz/

L’Isola, Rue du Roi Oscar II – www.lisolastbarth.com

Restaurante do Hotel Le Sereno, Cul de Sac www.lesereno.com

Do Brazil, Shell Beach, Gustavia www.dobrazil.com

La Rôtisserie (para o pic-nic na praia), Praia de St. Jean

Maya’s to go, St. Jean – www.st-barths.com/mayas-to-go

Comprar

As marcas famosas estão na Carré d’Or, em Gustavia e na Villa Créole, em St. Jean.

Para curtir a noite

Yacht Club

Eden Rock    www.edenrock.com

Nikki Beach     www.nikkibeach.com/stbarths

Le Ti St-Barth

Onde ficar

Le Village St. Jean (não é pé na areia), Colline de St. Jean    www.villagestjeanhotel.com

Eden Rock Hotel     www.edenrockhotel.com

Hotel Guanahani & Spa      www.leguanahani.com

Anote

Aeroporto: Aeroporto Gustaf III

Capital: Gustavia

Moeda: Euro, mas o dólar também é aceito

Idioma: Francês e o inglês também é falado fluentemente

Visto: Sim, o visto americano devido à conexão nos Estados Unidos

Vacinas: Febre amarela

Eletricidade: 220V

Fuso horário: 01 hora a menos que Brasília

Melhor época para visitar: Todo o ano. De setembro a maio a média é de 24 ºC e de junho a agosto a média é de 28ºC, lembrando que em setembro e outubro existe o risco de furacões.


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