San Andres

 

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Um mar com 7 tons de azul. Sim, a Colômbia tem Caribe. E que Caribe.

San Andres fica a 700 quilômetros da costa e consegue reunir tudo que as outras ilhas mais badaladas da região possuem.

Praias lindas, de águas cristalinas e sem ondas, areia branca e alguns coqueiros estrategicamente posicionados. Para quem gosta de mergulho, os recifes de coral estão ali a disposição. E ainda conta com uma vida noturna pra lá de agitada, se você gostar de reggae!

Tudo aqui é mais relax e informal, embora também encontre ótimos hotéis, inclusive redes com sistema all-inclusive. Os melhores hotéis da ilha são os resorts Aquarium e Marazul, da rede Decameron.

 

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O Aquarium fica mais no centro, é indicado para famílias ou grupos de amigos. O Marazul é mais afastado, indicado para casais em lua de mel ou para quem curte um pouco mais de paz e isolamento.

Os habitantes de San Andres são muito hospitaleiros, muitos são descendentes de ingleses e jamaicanos, que conversam numa curiosa mistura de espanhol e inglês. Mas não se preocupem, todos entendem inglês.

A ilha fica mais próxima da Nicarágua e da Costa Rica do que da Colômbia continental e entre elas se estende a terceira maior barreira de corais do mundo!

Isso explica grande variedade de tons de azul e verde que se vê no mar. Os bancos de areia sobre os corais, chamados de cayos, são uma ótima alternativa para ver essa mistura de cores de perto – e com exclusividade de uma praia quase deserta. Um dos passeios mais legais é ir de lancha até os cayos e almoçar a bordo.

 

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Outra grande atração ali é o Hoyo Soplador, um sistema de túneis nas pedras que provoca um efeito de gêiser natural ao receber a água do mar.

 

Não deixe de visitar

Cayo Bolívar

Para quem está a procura de paz e tranquilidade, esta pequena ilha há 1h30m de barco de San Andrés é o destino certo, lá não tem nada, nem restaurantes, nem quiosques, muito menos moradores, apenas o mar e a areia branca, para passar o dia, literalmente, no puro ócio.

La Loma

Fica na parte mais alta da ilha de San Andrés, um bairro pequeno e charmoso. Para quem aprecia a natureza há muitas atividades, como trilhas e cavalgadas. Lá está situada a primeira igreja da ilha, a Iglesia San Bautista, com um mirante maravilhoso.

La Piscinita

Que tal alimentar peixes coloridos enquanto pratica snorkeling? Logo na entrada, o turista recebe um pedaço de pão para os peixinhos. Além disso, tem um bar onde são oferecidos diversos coquetéis típicos da região. Avenida Circunvalar (sudoeste da ilha de San Andrés).

Hoyo Soplador

O orgulho de quem vive na ilha de San Andrés. Lá tem uma fonte termal que é produzida graças à pressão que as ondas do mar fazem nas rochas, o que dá um efeito de sopro quando a água pode atingir até 20 metros de altura.

Parque Regional Johnny Cay

Aqui você poderá ver diversos tipos de animais, como iguanas, tartarugas, lagartixas azuis e aves. Ao todo são 45 mil m², com bares e restaurantes que tocam reggae e servem a típica culinária caribenha!

Playa de San Luis

A mais famosa da ilha de San Andrés. Fica do lado leste em uma área repleta de casas com arquitetura típica caribenha.

Rose Cay (Acuario) y Haynes Cay

Fica a dez minutos de barco de San Andrés, é uma conjunto com duas ilhotas conhecida como “Isla del Amor”. Legal para praticar snorkeling, ou apenas admirar a mistura de cores do mar caribenho. Para ir de Rose Cay até Haynes Cay, é só caminhar pela água, que não passa do joelho.

 

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ONDE FICAR:

Decameron Aquarium http://www.decameron.co

Decameron Los Delfines http://www.decameron.co

Royal Decameron Marazul http://www.decameron.co

Sunrise Hotel http://www.ghlhoteles.com

 

COMO CHEGAR

Há voos diretos para Bogotá com a Tam e Avianca. Com a Avianca, é possível voar de Bogotá a Cartagena ou diretamente a San Andrés. A Lan e a Taca via Lima, e a Copa Airlines, via Cidade do Panamá, que chega diretamente a Cartagena e San Andrés também são boas opções.

 

ANOTE

Aeroporto: Aeroporto Internacional El Dorado, em Bogotá (BOG), ou Aeroporto Internacional Rafael Núñez, em Cartagena

Capital: Bogotá

Moeda: Peso colombiano (US$ 1 = 1.943 pesos colombianos)

Idioma: Espanhol

Visto: Não é necessário para brasileiros

Vacinas: Febre Amarela. Não é obrigatória, mas recomendada.

Código de telefone: 57

Eletricidade: 110 v

Fuso horário: 02 horas a menos que Brasília

Melhor época para visitar: Temperaturas agradáveis o ano todo. A temporada seca é ideal para aproveitar melhor os passeios, vai de dezembro a março e também nos meses de julho e agosto. Bogotá, pela altitude, é mais fria, com média anual de 14 graus.

Informações turísticas: http://www.colombia.travel

 

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Happy 4th of July!

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Happy 4yh of July!

Hoje é comemorada a independência dos Estados Unidos da America (vale lembrar que o país já foi colônia da Inglaterra). É o maior, mais agitado e mais celebrado feriado por lá.

Já morei nos EUA e sei bem o quanto esse feriado é importante para eles. As pessoas se vestem com as cores da bandeira, vão para a rua, compram milhares de souvernir com o tema do dia e transformam esse feriado em um grande festival!

Mas apesar da festa, é um momento cívico marcante, onde eles resgatam as raízes da tradição americana de liberdade política. Fazem o juramento a bandeira, ensinam as crianças sobre a história americana e se orgulham da nação a qual pertencem.

 

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No auge das férias escolares, imaginem como ficam os parques da Disney!

Praticamente todos os personagens se vestem com as cores do país, as lojinhas ficam abarrotadas de presentinhos com o tema e a grande expectativa são os fogos no Castelo da Cinderela, que recebe uma decoração toda especial.

 

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Haverá shows e espetáculos de fogos de artifício em várias cidades americanas, se você está por aí, vale a pena procurar um show por perto… certamente você encontrará algum!

 

 

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Bariloche

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A neve, claro, é o atrativo número um de Bariloche. Mas se engana quem pensa que a cidade é apenas isso, ou somente um destino exclusivo de inverno.

Bariloche é muito mais do que estação de esqui, tem atrativos para todos os gostos: das compras aos restaurantes, dos bares e boates aos cassinos e dos maravilhosos cenários românticos às viagens de aventura.

Estamos em pleno Parque Nacional Nahuel Huapi! O nome do parque é o mesmo do lago, o maior do país, que invade o Chile e é navegável tanto do lado argentino quanto na parte chilena.

A travessia dos lagos, de um país ao outro, é um programa imperdível, mas isso é papo para outro post!

 

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É bem provável que o hotel que você escolha, ofereça uma grande variedade de passeios e alguns deles valem muito a pena:

Circuito Chico: um dos passeios mais tradicionais de Bariloche. Sai do centro de Bariloche, passando as margens do lago, até chegar ao pé do Cerro Campanário. Ali pegamos um teleférico, daqueles de cadeirinha, que nos leva a uma das mais belas vistas da região.

Isla Victoria e Bosque dos Arrayanes: Passeio de barco que sai de Puerto Pañuelo, pertinho do Hotel Llao Llao (vale um post!) e ruma a Ilha Victoria. Durante o trajeto não se surpreenda com as gaivotas que acompanham o barco o tempo todo. É possível alimenta-las e tirar belas fotos das paisagens. A primeira parada é no Bosque de Arrayanes e é inacreditável a beleza do lugar. As árvores com 300 anos de existência e os caules de cor laranja nos fazem entender porque Walt Disney escolheu aquele lugar para cenário de um de seus mais famosos filmes: Bambi! A próxima parada é a Ilha Victoria. Aproveitam para fazer as trilhas e observar a paisagem.

Puerto Blest: tour de barco até Porto Blest pelo Lago Nahuel Huapi. É possível absorver à tranquila atmosfera da Floresta Tropical de Valdivian (também conhecida como a Selva Patagônia Andina) a apenas 2 km da fronteira com o Chile. O lugar é famoso por suas águas de cor verde originadas de uma das geleiras do Monte Tronador, e das Cachoeiras Los Cantaros. Um cenário lindo!

 

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Embora o ski seja a atração mais famosa da cidade, diante de tanta oferta, se torna apenas mais um atrativo de Bariloche.

Cerro Catedral é a estação de ski mais democrática da Argentina. Tem pista para todos os gostos: de iniciantes a profissionais. Tem escolinha de ski, preparação para profissionais, lojinhas e restaurantes para quem quer só curtir o momento. Mas não se preocupe se o seu forte não é esquiar. Há inúmeras atividades como travessias em trenó, snowboard, passeios em motos de neve e quadriciclos!

Fica a 16km do centro de Bariloche e o ideal é alugar um carro, solicitar um transfer no hotel ou pegar taxi. Também existem ônibus que passam a cada meia hora e levam direto para a estação.

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Se o objetivo for apenas esquiar, sugiro que fiquem hospedados em hotéis fora do centro, mais perto da estação. Em alta temporada é mais difícil chegar lá de carro, requer cuidado e habilidade para dirigir com neve na estrada, por isso a vantagem de se hospedar perto.

Mas se escolher ficar no centro, verá que Bariloche é daquelas cidades extremamente acolhedoras. O principal ponto é o Centro Cívico, onde estão a prefeitura, prédios públicos, o Museu da Patagônia e a igreja.

A Calle Bartolomé Mitre é a rua principal do comércio, com várias galerias, muitos restaurantes, bares e preços nem tão tentadores assim. De uns tempos pra cá a coisa mudou e os preços não são mais atrativos como antigamente.

 

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Ainda assim vale muito a pena conhecer suas lojinhas de souvenir, as lojas de chocolate, e os cafés! Não deixem de caminhar pelas ruas e apreciar a arquitetura e hospitalidade dos habitantes.

Se o seu foco são as boates, vale seguir para a Avenida Alejandro Bustillo, que fica a margem do lago, de onde vemos belíssimas paisagens.

 

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Bariloche, afinal, não é apenas um destino de inverno (quando chega a lotar demais): com tantos passeios na natureza e serviços de primeira categoria, ela agrada, e muito, o ano inteiro!

 

O que você deve saber:

– A temporada de neve vai de junho a outubro normalmente. É bom ficar atento ao site de Cerro Catedral para saber quando se inicia a abertura da estação de ski.

– Alugar roupas em Bariloche é fácil e rápido. Você pode alugar nas lojinhas do Centro ou direto na estação de ski. Os preços variam muito pouco.

– É melhor alugar transfer do que carro. Na alta temporada as estradas ficam cobertas de neve e é necessário colocar correntes nas rodas e ter habilidade para dirigir.

– É importante fazer reserva nos restaurantes mais badalados da cidade. Com a cidade cheia, os restaurantes formam filas enormes e temos que esperar do lado de fora, sentindo muito frio!

– Todos os hotéis têm sugestões de passeios, mas não deixe de consultar sua agência de viagem para montar um roteiro de passeios otimizado.

– Não se esqueça de solicitar um seguro viagem que cubra acidentes nas estações de ski. Acidentes acontecem e muitas pessoas acabam não fazendo a cobertura correta para este tipo de viagem.

 

Como Chegar:

Há voos via Buenos Aires ou Santiago, voando Aerolíneas Argentinas, LAN, GOL ou TAM. Em julho, existem voos direto para Bariloche.

 

Não Perca:

– Os passeios a Ilha Victoria, Bosque de Arrayanes, Puerto Blest, Villa La Angostura

– Passeio pelas ruas do centro para apreciar as construções de madeira, as janelas com cortinas como as de uma casa de boneca.

– As maravilhosas lojinhas de chocolate! Vale a pena levar de lembrança.

 

Compras:

Abuela Goye: Nossa preferida! Loja fofa, com a vovó por todos os lados, chocolates com vários recheios, empanadas deliciosas e souvenirs lindas!

Chocolates Mamuschka: Loja fofa e super bem decorada. Vende os chocolates mais gostosos da região.

Velas Belén: É uma lojinha super famosa, cheia de velas de todos os tipos, cores e cheiros!

Chocolates Fenóglio: atrai adultos e crianças com seus gnomos fabricando chocolate. Sabores diferentes e deliciosos!

Arbol: Roupas lindas de invernos!

Roxxana Prandi: Lojinha de artesanato.

 

Onde ficar:

Llao Llao Hotel & Resort Spa Golf  http://www.llaollao.com/ing/

Villa Huinid Resort & Spa  http://villahuinid.com.ar/pt/

Hotel Edelweiss (centro)  http://www.edelweiss.com.ar/

Dazzler Bariloche (centro) https://www.dazzlerhoteles.com/pt/

Cacique Inacayal Hotel (centro)  http://www.hotelinacayal.com.ar/

Kenton Palace Hotel  http://www.kentonpalace.com.ar/pt/

 

Restaurantes:

Família Weiss: Restautante super tradicional, bem localizado, grande, pertinho de tudo e delicioso. Serve a deliciosa culinária patagonica. Nossa dica é experimentar os pratos diferentes com cervo, javali e também as cervejas locais!

Casita Suiza: Restaurante delícia, pequenininho e muito charmoso. Funciona como pousada também. É necessário fazer reserva para jantar com tranquilidade. A pedida é a fondue de queijo e as sobremesas.

La Marmite: Uma casa de pedras charmosa e aconchegante, clima romântico e comida deliciosa. A variedade é grande vai de trutas a fondue.

Kandahar: Quer jantar a dois num ambiente a luz de velas e super aconchegante? Esse é o lugar. Comida maravilhosa e ótimos vinhos. O restaurante é bem pequeno, por isso sugiro fazer reserva.

Tarquino: Um pouco mais distante do centro, mas vale a pena pegar o carro e ir. Restaurante lindo, todo em vidros, com lareira, decoração incrível, muito romântico e comida maravilhosa! Façam reserva, o restaurante fica bem cheio no jantar!

Rincón Patagônico: Culinária patagônica. Parrilladas, trutas e fondues! Um clássico.

 

Anote

Aeroporto: Aeroporto Internacional Teniente Luis Candelaria, na Província de Rio Negro, que provê a cidade de San Carlos de Bariloche.

Moeda: Peso Argentino (US$ 1 equivale a 3,97 pesos argentinos)

Idioma: Espanhol

Visto: Não é necessário para brasileiros

Vacinas: Não é necessário

Código de telefone: 54

Eletricidade: 220V

Fuso horário: Igual ao horário de Brasília

Melhor época para viajar: É agradável o ano inteiro. O inverno normalmente vai de junho a outubro.

 

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Estilo é a palavra de ordem!

Uns dizem que se vestir com certa marca seria ostentação, ou até mesmo uma questão de autoafirmação. Eu discordo completamente, pois às vezes portar um objeto de luxo nada tem a ver com querer ou não passar uma imagem aos outros. E assim, tem pessoas que não abrem mão de seus óculos Prada, do seu perfume Dior, da sua bolsa Hermès… e por aí vai! Eu não abro mão de comemorar os bons momentos da vida com uma bela garrafa de champagne.

Não é um exagero dizer que os produtores de champagne criam uma obra-prima em cada garrafa, repleta daquelas borbulhas que sempre nos surpreendem, fazendo cócegas no céu da boca. Afinal, seus lemas são elegância, exclusividade, refinamento e perfeição em cada taça.

Esses pequenos objetos de luxo tem histórias relacionadas à cultura e a história de fundadores que conseguiram eternizar tendências, modelos, gostos e estilo. Essa bebida tão especial e envolvente é fruto da produção que podemos considerar como algo personalizado, sendo minucioso desde a colheita das uvas, processos de vinificação separados por castas, assemblage (mistura dos vinhos bases de cada uva), amadurecimento e envelhecimento do champagne. Naturalmente, todos esses cuidados tem seu preço!

A escolha destes champagnes foi feita com muito carinho. Ela mostra que produtores ainda desconhecidos no nosso mercado também podem fazer garrafas preciosas dessa bebida fantástica e dedico inteiramente esse primeiro post ao dia dos namorados e aos amantes, como eu, dos borbulhantes! Vamos às dicas…

A importadora Chez France traz alguns rótulos da ilustre desconhecida Maison Vollereaux. O Champagne Vollereaux Rosé de Saignée Brut é um champagne com boa estrutura e ao mesmo tempo delicadíssimo, feito somente com as uvas Pinot Noir, tem aromas de morangos frescos, flores e corpo! É um champagne que acompanha bem um sashimi de salmão, um carpaccio de carne ou um frango cozido com cogumelos fresquinhos, tipo Paris!

 

Vollereaux Rose de Saignee

 

O outro que me chamou atenção foi o safrado Vollereaux Brut Cuvée Tradition Millésime 2005, aromas de pão tostado (acredite), brioches, esses aromas provém do tempo de envelhecimento deste champagne e do tempo em contato com leveduras (60 meses), dando maior complexidade à bebida. Ele tem uma cor dourada e borbulhas pequeninas e persistentes, cremoso na boca, é uma bela escolha para os casais apaixonados brindarem. Uma dica de harmonização com esse champagne de respeito pode ser uma cauda de lagosta grelhada ou um linguado cozido ao molho de champagne e ervas.

Esses dois champagnes você encontra no site da Chez France (www.chezfrance.com.br) e ambos abaixo de R$ 200,00. Um belo achado para sua adega!

 

Vollereaux Millesime Brut 2005

 

O próximo champagne tem sotaque brasileiro! É o Champagne Geisse & Dumont Premier Cru, feito em parceria entre a vinícola Geisse (minha queridinha), do sul do Brasil, da região de Pinto Bandeira com a família Dumont, da região de Chigny-les-Roses, em Champagne, na França.

A produção total deste champagne foi de somente 3000 garrafas, sendo que aqui no Brasil, só encontramos metade dela, comercializada pela própria vinícola Geisse (http://www.vinicolageisse.com.br/), mas com representantes por todo país!

Além de ter grande admiração pelo enólogo e querido Mário Geisse, já tive algumas oportunidades de sentar à mesa, comer e degustar alguns vinhos com ele e a oportunidade de provar seu champagne ocorreu no lançamento dele no Rio de Janeiro, no bucólico restaurante Aprazível, que fica em Santa Teresa, bairro super cult e charmoso da cidade maravilhosa. Entre explicações sobre a produção, reencontros de amigos e muitas risadas, está aí mais um grande champagne; elegante, equilibrado, aromas de cítricos como um limão siciliano, flores brancas e nuances de tostado e na boca muita presença e persistência. Em resumo, é um belo Premier Cru – de cerca dos 200 vilarejos de Champagne, apenas 43 têm direito a utilizar a denominação de Premier Cru, que representa altíssima qualidade e localização dos vinhedos.

 

Champagne Geisse & Dumont Premier Cru

 

Depois desse post deu até vontade de ir a Champagne… se alguém se animar, podemos nos encontrar em agosto, no meio dos vinhedos colhendo as uvas que para as próximas obras primas que chegarão ao mercado brasileiro!

Inspiração na vida de vocês sempre… bisous

Lolô Riccobene

… ama vinhos, boa comida e viagens. Se tudo isso for ainda ao som de um bom jazz e com as melhores companhias, tudo fica perfeito.

 

Este post foi elaborado por Lolô Riccobene.

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St. Marteen

A ilha de St. Marteen tem 96 km. Ou duas vezes a Barra da Tijuca.

Pequena? Parece, se você pensar que o espaço foi dividido entre holandeses e franceses, em 1648. Os holandeses ficaram com Saint Marteen (43% do território) e os franceses ganharam Saint Martin (os demais 57%).

Mas quando sabemos que a ilha acolhe três línguas, três moedas, imigrantes de 104 nacionalidades, cassinos, joalherias, restaurantes dos mais diversos tipos e 37 praias ao melhor estilo caribenho, não podemos, jamais, considerá-la pequena. Inclua também, umas das compras mais baratas do planeta. Vista assim, St. Maarten é imensa. Mas pode acreditar: cabe muito bem no seu orçamento!

 

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A animação fica na Praia de Maho, na parte holandesa. É onde brilham as luzes do Casino Royale — sim, como o do filme. Funciona desde 1950 e foi o responsável pela abertura de diversos barzinhos por ali. O único aeroporto da ilha e a maior parte da rede hoteleira ficam em Philipsburg.

A língua oficial é o holandês, mas o inglês é de uso corrente. Junto com esses dois idiomas, eles adicionaram o português, espanhol e palavras africanas. Resultado: o papiamento das ilhas de colonização holandesa, assim como em Aruba. Além do papiamento, também utilizam uma moeda rara: o florim das Antilhas Holandesas. Mas não se preocupe, o dólar americano é aceito sem restrições.

 

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Imagine um calçadão ao estilo de Copacabana! Philipsburg tem um, de 2 quilômetros: Great Bay.

Muita gente bonita caminha de lá para cá. Assim como em Copa, mas com biquínis mais recatados! Em Orient Bay, circulam os inimigos número 1 dos fabricantes de maiô: os nudistas. É uma das praias mais famosas de naturismo do Caribe.

Se vocês curtem natureza, então o lugar é Cupecoy. As falésias avermelhadas são inspiradoras. Conforme o sol vai caindo sobre elas, o vermelho ganha outros tons.

 

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A culinária é especial, a ilha já ganhou o título de Capital Gastronômica do Caribe! E merece, a culinária é mesmo de uma riqueza ímpar. De cozinha tailandesa aos bistrôs franceses, há de tudo. Sem esquecer os sabores locais, como a guavaberry — uma fruta vermelha doce muito parecida com a cereja.

A fração francesa é menos animada. Mas para compensar, conta com praias que lembram trechos da Côte D’Azur. Marigot Beach tem o único shopping center da ilha. Até vale a visita, mas os preços são menos atraentes – ali tudo é pago em euro. Bom mesmo é caminhar pela orla e apreciar o porto.

 

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O que você deve saber:

• Três moedas? Isso mesmo. Na parte francesa, o euro. Na outra, o florim. E também o dólar, sem problemas.

• Em Maho, quem preferir fugir da música caribenha, procure o Soprano’s. A música é internacional: jazz e pop.

• Alugar um carro pode ser uma boa. Mas cuidado, na alta temporada o congestionamento é enorme. As ruas são estreitas e é complicado estacionar.

• Um passeio para todas as idades: o Forte Amsterdam. A fortaleza do século 17 está em ruínas, mas nos brinda com uma vista espetacular.

• Programa tentador: dar a volta na ilha a bordo de um grande veleiro catamarã e descobrir lindas ilhas desertas. Procurem a Eagle Tours.

Como chegar: As companhias aéreas americanas com melhores conexões são: American Airlines e Delta Airlines. Também é possível chegar através das irmãs Aruba e Curaçao.

 

Visite: 

– 12 Meter Regatta, Porto de Philipsburg

– Eagle Tours, Jurancho Yrausquin Bojulevard (Bobby’s Marina), Philipburg

– Guavaberry Emporium, Frontstreet 8-10, Philipsburg

 

Onde comer:

– L’Escargot, 96 Front Steet, Philipsburg

– Le Chanteclair, Marina Royale, Marigot

– Le Marrakech, (Marroquino), Marigot

– Baskin Robbins, (Sorveteria), Simpson Bay

– Mooi Restaurant, (Fusion Food), Puerta del Sol Plaza, Simpson Bay

– Le Lagon Creole-Creperie, (Francesa/ Caribenha), Colebay

– Le Tastevin, Grand-Case

– Le Pressoir, Grand-Case

 

Noite:

– Bliss, Bacon Hill Road 2

– Tantra, Rhine Road

– ESPN Sport Bar, Simpson Bay

 

Onde ficar:

Radisson Blu Hotel – melhor localização;

Sonesta Maho Beach, o famoso hotel próximo ao aeroporto de Philipsburg, não perca o pouso dos aviões bem próximos a praia;

Westin Dawn Beach, hotel com apartamentos com cozinhas totalmente equipadas;

The Cliff, fica na famosa praia de Cupecoy;

La Samanna, o hotel mais chique da ilha;

Esmeralda Resort,  hotel pequeno e muito charmoso

 

Anote:

Aeroporto: Aeroporto Internacional Princess Juliana (SXM)

Capital: Philipsburg (lado Holândes), Marigot (lado Francês)

Moeda: Florim holandês (US$ 1 equivale a Naf 1,82, mas o dólar é bem aceito). No lado francês, o euro é a moeda local

Idioma: Holandês, mas o inglês é sempre falado

Visto: Sim, visto americano devido à conexão nos Estados Unidos

Vacina: Febre amarela

Código de telefone: 599

Melhor época para viajar: O ano todo, temperatura média de 29 a 22° C

 

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