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República Dominicana

 

Aqui no Brasil, uma pulseirinha de plástico não vale nada. Mas um adereço assim vale muito neste país com mais de 1,5 mil km de litoral.

Essa pulseira especial significa que você está hospedado em um dos mais de 400 resorts com sistema All Inclusive. E isso quer dizer que tudo está incluído na diária. Qualquer refeição, qualquer festa e até bebidas alcoólicas ilimitadas — e é bom não esquecer de que o rum desta nação tem ótima qualidade.

As principais redes de resorts escolheram a República Dominicana por um motivo óbvio: aqui estão algumas das praias mais aliciantes do Caribe. Além de montanhas, florestas e vasta natureza ao redor das ilhas.

Os Resorts são luxuosíssimos mas a maioria cobra diárias bem mais acessíveis — e com um custo/benefício alentador.

A despeito do preço, os resorts têm mais em comum que apenas o bracelete e a interminável oferta de refeições.

Todos eles contam com um conjunto aquático gigante, o rum Brugal (puro ou em misturas sortidas), a cerveja Presidente e os shows em que se dança o animado merengue (no início da noite).

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Santo Domingo, a capital, não é apenas o aeroporto para entrar numa van e seguir rumo aos resorts.

A capital têm razão em se gabar do patrimônio histórico. Ficam aqui a primeira escola das Américas, o primeiro hospital, a primeira rua (chamada Calle de las Damas) etc.

Entre as atrações históricas de Santo Domingo, não se esqueça da Fortaleza Obama.

Mas reserve mais tempo para o Alcazár de Colón, um imponente palácio de pedra. Foi erguido para servir de morada para Diego Colombo — o filho do descobridor.

Não deixe de visitar a primeira igreja das Américas, a Catedral Santa Maria de La Encarnación.

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Entre os muitos atributos a ilha, o mar é um dos mais serenos do Caribe.

Todos adoram o merengue e a maioria considera a ex-vila de pescadores Bayahibe a detentora das praias mais belas do país.

Claro que há muitos resorts e, ainda, um passeio agradável: ir de lancha rápida a Isla Saona.

Fica ao lado da reserva ambiental Parque Nacional del Este.

Partindo de Bayahibe, chega-se a Altos de Chavón, uma vila na montanha inspirada na arquitetura renascentista italiana.

O lugar tem ótimos restaurantes e um anfiteatro para 5 mil pessoas. O resort mais elegante do país fica ali também. O Casa de Campo é um projeto que contou com a colaboração do estilista dominicano Oscar de la Renta.

Punta Cana foi totalmente planejada.

No meio de todo o planejamento as pesquisas revelaram que no leste da ilha chovia ainda menos, então foi só encontrar o ponto ideal: 4 km de praias com as palmeiras mais altas do Caribe.

Em 1981, construíram o primeiro resort, o Club Med. O aeroporto, quatro anos mais tarde.

Os resorts têm tanto conforto que é difícil sair deles. Mas saia ao menos para navegar até a Praia de Juanillo. Quem está em lua de mel se depara com resorts exclusivos para casais, como também paisagens maravilhosas e atendimento personalizado.

Recomendo o Hotel Paradisus Punta Cana, um dos mais luxuosos das Praias de Bávaro. Mistura luxo com facilidades, incluindo o Servicio Real, tratamentos corporais e massagens em seu exclusivo Spa.

Se o orçamento é menor, sugiro o Hotel Punta Cana Princess All Suite Resort. É uma excelente opção para quem busca qualidade e economia. O hotel também dispõe do sistema All Inclusive e oferece uma estrutura completa.

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O que você deve saber:

• Não faz muito sentido alugar automóvel. Os resorts fazem os traslados ou chamam um táxi a hora em que você resolver sair. Em Santo Domingo o trânsito não ajuda.

• A língua é o espanhol, mas nos resorts os funcionários também falam inglês. Além disso, o povo se esforça bastante para entender o português.

• Se você gosta de Cassinos, prepare-se, a República Dominicana é um paraíso para os jogadores! Só não vão encontrar cassinos na região de Bayahibe.

• Se for andar de taxi em Santo Domingo, pergunte no hotel qual o valor médio que você pagará no trecho solicitado e negocie com o taxista, para não ter uma surpresa desagradável no final.

• Curiosamente, o prato típico do país é muito semelhante àquela comida do nosso cotidiano: arroz branco, feijão-preto e carne bovina. Mas os temperos são bem diferentes e mais picantes. O prato chama-se Bandera Dominicana porque tem as cores da bandeira nacional. Outro prato típico: o Mofongo é feito com pernil, pimenta do reino, ervas frescas, camarões, alho e banana. Bem diferente!

• O rum e a cerveja do país são de boa qualidade. Mas, se gostar de bebidas, ao reservar hotéis com sistema all inclusive, certifique-se se estão incluídas bebidas produzidas fora da República Dominicana. Por uma pequena diferença de valores, você se hospeda em resorts que trabalham com bebidas de várias nacionalidades.

COMO CHEGAR

Do Brasil (São Paulo), há vôos pela GOL direto para Punta Cana. As companhias aéreas com melhores conexões para Santo Domingo são: Avianca, Copa, Lan, Taca, e American Airlines via Miami. A Copa e a Lan também chegam em Punta Cana.

Em Santo Domingo não deixe de visitar:

– El Faro de Colón

– Museu Alcazar de Colon e Museu das Casas Reais

– Los Tres Ojos Parque Nacional

Restaurantes:

Pat’e Palo

La Briciola

Em Punta Cana não deixe de fazer:

– Marinarium, passeio de Catamarã com oportunidade para nadar com tubarões – http://www.marinarium.com

– Excursión Bavaro Splash, passeio com lanchinhas por todo o litoral de Bavaro até chegar aos recifes de corais para snorkel.

Anote

Aeroporto: Aeroporto Internacional Las Américas, em Santo Domingo ou Aeroporto Internacional de Punta Cana

Capital: Santo Domingo

Moeda: Peso Dominicano (US$ 1 equivale a 36 pesos dominicanos)

Idioma: Espanhol

Visto: Não. Formulário de imigração e tarjeta de turismo no valor de US$10, deve ser comprada no aeroporto de chegada no país

Vacinas: Febre amarela. A vacina não é obrigatória, mas recomendada

Fuso horário: 02 horas a menos que Brasília.

Melhor época para visitar: Todo o ano, temperatura média de 28ºC, porém de agosto a novembro existe o risco de furacões.

 

Fonte: Viajando a Dois, Drift, Adv.

Foto Divulgação

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Bahamas

Tal como acontece em Las Vegas, é muito fácil se casar nas Bahamas.

A rigor, basta o passaporte e cerca de US$ 150. O padre e a igreja são ecumênicos. O astral é altamente propenso ao romance. Já chegamos lá apaixonados e ficamos mais ainda ao conhecer algumas das 32 ilhas habitadas.

Apenas duas ilhas reúnem a maioria dos visitantes: New Providence (Nassau) e Grand Bahama.

O turismo e os bancos sigilosos garantem a economia de um lugar ótimo para mergulhar, nadar, velejar, curtir e namorar. E até casar.

Claro que as praias são indispensáveis, mas vale muito fazer o tour que começa na Christ Church Cathedral (interior espetacular e vitrais idem), passar pelos prédios cor de rosa da Parliament Square, avançar pela antiga cadeia (hoje, biblioteca) e terminar na residência do governador-geral.

A essência caribenha e inglesa ainda se mantém apegada aos hábitos britânicos.

Duas pontes, por exemplo, unem Nassau a Paradise Island. Em Nassau, é interessante ver os coloridos mercados da Bay Street, as lojas duty free e o penteado das mulheres.

Os cruzeiro costumam ancorar em Freeport, em Grand Bahama, em virtude não só das praias mas, também, do International Bazaar. International Bazaar é um shopping gigantesco, temático, dividido em seções com produtos de diferentes partes do mundo e com preço bastante convidativo. Outra atração é caminhar pelas largas avenidas e sair em Port Lacaya.

Tem de tudo lá: hotéis extraordinários, cassinos e, o melhor, bares pertinho das marinas e do charmoso iate clube. O lindo canal interno que separa a região da ilha também faz de Freeport um lugar que vale constar no roteiro.

No Monte Alvernia, o ponto mais alto de Cat Island, existe um mosteiro todo em pedra. Cat Island é, ainda, o lugar onde os nativos praticam o Obeah, um ritual de magia. Até hoje muitos casais americanos procuram o lugar para “absorver” um pouco da magia local.

Little Bahamas Banks é o ponto certo para quem procura águas rasas, com uma visibilidade absurda e mar tranqüilo. Também é lugar de diversão. Basta pegar um barco e seguir rumo a região dos golfinhos.

É quase impossível determinar o número desses cetáceos, são muito, nadam livremente e não se assustam com nada. Em alguns dias, a colônia é ainda maior. Seja como for, sempre haverá golfinhos amistosos. Dá para nadar ao lado deles, interagir, e brincar.

Andros – a maior ilha das Bahamas é desabitada. Mas isso não quer dizer que você não deve se hospedar por lá. Meus amigos mergulhadores não querem outra vida. Fica lá o mais antigo resort de mergulho do arquipélago, o Small Hope Bay Lodge. É lá que ficam as mais extensas barreiras de corais do mundo e os 50 “buracos azuis”. Indispensável, mesmo para quem não pratica mergulho com cilindros. Se você adora fazer snorkeling, pescar, ou apenas admirar uma linda paisagem, não deixe de visitar.

Outra dica imperdível é se hospedar ou visitar o Hotel Atlantis. Muito consideram a Disneylândia aquática! Sim, o lugar é demais. Um hotel enorme, com milhares atrações aquáticas num clima de muito astral. Vale apena ver os vídeos com as atividades. http://www.atlantis.com/

Curiosidades:

As estatísticas apontam que Bahamas têm mais de 310 dias de sol ao ano!

Todos os grandes hotéis oferecem saídas para mergulho. A mais radical delas é promovida pela Stuart Cove. Você desce a 15 metros de profundidade numa espécie de bike aquática onde sua cabeça fica coberta e seca (claro!), é bem parecido com uma bolha. A “bolha” ou cúpula, é grande o suficiente para a sua cabeça e até suas mãos. Isso também significa que você respira normalmente sem a necessidade do uso de tubos de snorkel ou reguladores, como você faria se estivesse mergulhando. Lá embaixo você vai vislumbrar recifes de coral, peixes coloridos, e sim, diversos tubarões. Eles são alimentados na nossa frente por um funcionário da Stuart. Mas o mergulho é seguro — e vale para contar aos netos um dia.

Para saber se uma loja é duty free, procure pelo selo DFS. Você consegue descontos de 25% a 50% em relação aos preços nos EUA. Perfumes, cristais, roupa de couro, jóias, roupas de cama, mesa e banho, relógios, equipamentos fotográficos, porcelana, etc, são itens isentos de impostos.

Os frutos do mar são a base da dieta bahamense. O conc é um tipo grande de molusco oceânico que possui carne branca, firme, desfiada. Uma delícia!

A “Festa do Caranguejo” acontece nas noites de sexta no The Churchill Garden Bar, ao lado do International Bazaar. Começa às 18h30, e é bom chegar cedo para não perder nada.

COMO CHEGAR

Não há voo direto. As companhias aéreas com melhores conexões são: Delta Airlines e American Airlines, via Estados Unidos, lembrando da necessidade do visto americano.

NASSAU

Visitar

Escadaria de Rainha, Avenida Elizabeth na altura da Shirley Street. Visita obrigatória em Nassau.

Mergulhar

Stuart Cove’s – http://www.stuartcove.com

Compras

Bahama Craft Centre (Artesanatos), Paradise Island, em frente à Hurricane Hole Plaza

Festival Place (Artesanatos), Prince George Wharf (cais), Bay Street, Nassau.

GRAND BAHAMA

Visitar

Parque Nacional Lucaio, possui um dos maiores sistemas de cavernas calcárias, submarinas do mundo, mangues e uma praia magnífica.

Trilha Heritage (8 km), uma das principais trilhas da ilha, de trajeto fácil, visitando as ruínas do “The Hermitage”.

Compras

International Bazaar

Fragrance of The Bahamas, Freeport http://www.perfumefactory.com

Opções de hospedagem para sua viagem a dois:

British Colonial Hilton Nassau

Paradise Island Harbour Resort

Sandals Royal Bahamian Spa Resort & Offshore Island

Wyndham Nassau Resort & Crystal Palace Casino

Anote

Aeroporto: São 3 aeroportos internacionais, mas o principal é o de Nassau/Paradise Island, Grand Bahama e Exuma

Capital: Nassau

Moeda: Dólar bahamense (B$) e equivale ao dólar americano, que também é aceito como moeda

Idioma: Inglês

Visto: Não é necessário, mas o visto americano é indispensável para quem voa via EUA

Vacinas: Febre amarela

Código de telefone: 1 242

Melhor época para visitar: A média anual é de 27 graus, lembrando que de agosto a novembro existe o risco de furacões

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