culinária

Il Pellicano Hotel

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Dica de restaurante na Toscana

Se você está de mala pronta para curtir o verão na Toscana, vale a pena levar essa dica.

O restaurante fica no Il Pellicano Resort, um hotel lindo, exclusivo e um pouco mais isolado que os outros. É um hotel 5*, com serviços personalizados e uma equipe de primeira.

A Travel & Leisure e Conde Nast frequentemente citam o restaurante e o hotel como um dos melhores do mundo.

 

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Como não podia deixar de ser, o restaurante oferece culinária mediterrânea. Ingredientes frescos, carnes finas, frutas e legumes orgânicos. A carta de vinhos é ótima.

Todos os dias eles apresentam um tipo de azeite extra virgem diferente. Os azeites são dos produtores da região, que fazem questão de dar todas as explicações de como foi feita a colheita, sobre o processo e claro, o resultado final.

O Chef Antonio Guida está constantemente desenvolvendo novos pratos e combinações diferentes para saciar os mais exigentes.

 

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Em abril e outubro, o hotel oferece cursos de culinária, onde os hóspedes aprendem os segredos da culinária mediterrânea!

Durante o dia também é servido ali o lendário brunch do Il Pellicano. Maravilhoso!

 

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Mas se tiver que escolher apenas uma refeição no local, sugerimos o jantar. Reserve uma mesa à luz de velas no terraço e prepare-se para uma noite inesquecível!

 

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Estilo é a palavra de ordem!

Uns dizem que se vestir com certa marca seria ostentação, ou até mesmo uma questão de autoafirmação. Eu discordo completamente, pois às vezes portar um objeto de luxo nada tem a ver com querer ou não passar uma imagem aos outros. E assim, tem pessoas que não abrem mão de seus óculos Prada, do seu perfume Dior, da sua bolsa Hermès… e por aí vai! Eu não abro mão de comemorar os bons momentos da vida com uma bela garrafa de champagne.

Não é um exagero dizer que os produtores de champagne criam uma obra-prima em cada garrafa, repleta daquelas borbulhas que sempre nos surpreendem, fazendo cócegas no céu da boca. Afinal, seus lemas são elegância, exclusividade, refinamento e perfeição em cada taça.

Esses pequenos objetos de luxo tem histórias relacionadas à cultura e a história de fundadores que conseguiram eternizar tendências, modelos, gostos e estilo. Essa bebida tão especial e envolvente é fruto da produção que podemos considerar como algo personalizado, sendo minucioso desde a colheita das uvas, processos de vinificação separados por castas, assemblage (mistura dos vinhos bases de cada uva), amadurecimento e envelhecimento do champagne. Naturalmente, todos esses cuidados tem seu preço!

A escolha destes champagnes foi feita com muito carinho. Ela mostra que produtores ainda desconhecidos no nosso mercado também podem fazer garrafas preciosas dessa bebida fantástica e dedico inteiramente esse primeiro post ao dia dos namorados e aos amantes, como eu, dos borbulhantes! Vamos às dicas…

A importadora Chez France traz alguns rótulos da ilustre desconhecida Maison Vollereaux. O Champagne Vollereaux Rosé de Saignée Brut é um champagne com boa estrutura e ao mesmo tempo delicadíssimo, feito somente com as uvas Pinot Noir, tem aromas de morangos frescos, flores e corpo! É um champagne que acompanha bem um sashimi de salmão, um carpaccio de carne ou um frango cozido com cogumelos fresquinhos, tipo Paris!

 

Vollereaux Rose de Saignee

 

O outro que me chamou atenção foi o safrado Vollereaux Brut Cuvée Tradition Millésime 2005, aromas de pão tostado (acredite), brioches, esses aromas provém do tempo de envelhecimento deste champagne e do tempo em contato com leveduras (60 meses), dando maior complexidade à bebida. Ele tem uma cor dourada e borbulhas pequeninas e persistentes, cremoso na boca, é uma bela escolha para os casais apaixonados brindarem. Uma dica de harmonização com esse champagne de respeito pode ser uma cauda de lagosta grelhada ou um linguado cozido ao molho de champagne e ervas.

Esses dois champagnes você encontra no site da Chez France (www.chezfrance.com.br) e ambos abaixo de R$ 200,00. Um belo achado para sua adega!

 

Vollereaux Millesime Brut 2005

 

O próximo champagne tem sotaque brasileiro! É o Champagne Geisse & Dumont Premier Cru, feito em parceria entre a vinícola Geisse (minha queridinha), do sul do Brasil, da região de Pinto Bandeira com a família Dumont, da região de Chigny-les-Roses, em Champagne, na França.

A produção total deste champagne foi de somente 3000 garrafas, sendo que aqui no Brasil, só encontramos metade dela, comercializada pela própria vinícola Geisse (http://www.vinicolageisse.com.br/), mas com representantes por todo país!

Além de ter grande admiração pelo enólogo e querido Mário Geisse, já tive algumas oportunidades de sentar à mesa, comer e degustar alguns vinhos com ele e a oportunidade de provar seu champagne ocorreu no lançamento dele no Rio de Janeiro, no bucólico restaurante Aprazível, que fica em Santa Teresa, bairro super cult e charmoso da cidade maravilhosa. Entre explicações sobre a produção, reencontros de amigos e muitas risadas, está aí mais um grande champagne; elegante, equilibrado, aromas de cítricos como um limão siciliano, flores brancas e nuances de tostado e na boca muita presença e persistência. Em resumo, é um belo Premier Cru – de cerca dos 200 vilarejos de Champagne, apenas 43 têm direito a utilizar a denominação de Premier Cru, que representa altíssima qualidade e localização dos vinhedos.

 

Champagne Geisse & Dumont Premier Cru

 

Depois desse post deu até vontade de ir a Champagne… se alguém se animar, podemos nos encontrar em agosto, no meio dos vinhedos colhendo as uvas que para as próximas obras primas que chegarão ao mercado brasileiro!

Inspiração na vida de vocês sempre… bisous

Lolô Riccobene

… ama vinhos, boa comida e viagens. Se tudo isso for ainda ao som de um bom jazz e com as melhores companhias, tudo fica perfeito.

 

Este post foi elaborado por Lolô Riccobene.

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St. Marteen

A ilha de St. Marteen tem 96 km. Ou duas vezes a Barra da Tijuca.

Pequena? Parece, se você pensar que o espaço foi dividido entre holandeses e franceses, em 1648. Os holandeses ficaram com Saint Marteen (43% do território) e os franceses ganharam Saint Martin (os demais 57%).

Mas quando sabemos que a ilha acolhe três línguas, três moedas, imigrantes de 104 nacionalidades, cassinos, joalherias, restaurantes dos mais diversos tipos e 37 praias ao melhor estilo caribenho, não podemos, jamais, considerá-la pequena. Inclua também, umas das compras mais baratas do planeta. Vista assim, St. Maarten é imensa. Mas pode acreditar: cabe muito bem no seu orçamento!

 

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A animação fica na Praia de Maho, na parte holandesa. É onde brilham as luzes do Casino Royale — sim, como o do filme. Funciona desde 1950 e foi o responsável pela abertura de diversos barzinhos por ali. O único aeroporto da ilha e a maior parte da rede hoteleira ficam em Philipsburg.

A língua oficial é o holandês, mas o inglês é de uso corrente. Junto com esses dois idiomas, eles adicionaram o português, espanhol e palavras africanas. Resultado: o papiamento das ilhas de colonização holandesa, assim como em Aruba. Além do papiamento, também utilizam uma moeda rara: o florim das Antilhas Holandesas. Mas não se preocupe, o dólar americano é aceito sem restrições.

 

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Imagine um calçadão ao estilo de Copacabana! Philipsburg tem um, de 2 quilômetros: Great Bay.

Muita gente bonita caminha de lá para cá. Assim como em Copa, mas com biquínis mais recatados! Em Orient Bay, circulam os inimigos número 1 dos fabricantes de maiô: os nudistas. É uma das praias mais famosas de naturismo do Caribe.

Se vocês curtem natureza, então o lugar é Cupecoy. As falésias avermelhadas são inspiradoras. Conforme o sol vai caindo sobre elas, o vermelho ganha outros tons.

 

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A culinária é especial, a ilha já ganhou o título de Capital Gastronômica do Caribe! E merece, a culinária é mesmo de uma riqueza ímpar. De cozinha tailandesa aos bistrôs franceses, há de tudo. Sem esquecer os sabores locais, como a guavaberry — uma fruta vermelha doce muito parecida com a cereja.

A fração francesa é menos animada. Mas para compensar, conta com praias que lembram trechos da Côte D’Azur. Marigot Beach tem o único shopping center da ilha. Até vale a visita, mas os preços são menos atraentes – ali tudo é pago em euro. Bom mesmo é caminhar pela orla e apreciar o porto.

 

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O que você deve saber:

• Três moedas? Isso mesmo. Na parte francesa, o euro. Na outra, o florim. E também o dólar, sem problemas.

• Em Maho, quem preferir fugir da música caribenha, procure o Soprano’s. A música é internacional: jazz e pop.

• Alugar um carro pode ser uma boa. Mas cuidado, na alta temporada o congestionamento é enorme. As ruas são estreitas e é complicado estacionar.

• Um passeio para todas as idades: o Forte Amsterdam. A fortaleza do século 17 está em ruínas, mas nos brinda com uma vista espetacular.

• Programa tentador: dar a volta na ilha a bordo de um grande veleiro catamarã e descobrir lindas ilhas desertas. Procurem a Eagle Tours.

Como chegar: As companhias aéreas americanas com melhores conexões são: American Airlines e Delta Airlines. Também é possível chegar através das irmãs Aruba e Curaçao.

 

Visite: 

– 12 Meter Regatta, Porto de Philipsburg

– Eagle Tours, Jurancho Yrausquin Bojulevard (Bobby’s Marina), Philipburg

– Guavaberry Emporium, Frontstreet 8-10, Philipsburg

 

Onde comer:

– L’Escargot, 96 Front Steet, Philipsburg

– Le Chanteclair, Marina Royale, Marigot

– Le Marrakech, (Marroquino), Marigot

– Baskin Robbins, (Sorveteria), Simpson Bay

– Mooi Restaurant, (Fusion Food), Puerta del Sol Plaza, Simpson Bay

– Le Lagon Creole-Creperie, (Francesa/ Caribenha), Colebay

– Le Tastevin, Grand-Case

– Le Pressoir, Grand-Case

 

Noite:

– Bliss, Bacon Hill Road 2

– Tantra, Rhine Road

– ESPN Sport Bar, Simpson Bay

 

Onde ficar:

Radisson Blu Hotel – melhor localização;

Sonesta Maho Beach, o famoso hotel próximo ao aeroporto de Philipsburg, não perca o pouso dos aviões bem próximos a praia;

Westin Dawn Beach, hotel com apartamentos com cozinhas totalmente equipadas;

The Cliff, fica na famosa praia de Cupecoy;

La Samanna, o hotel mais chique da ilha;

Esmeralda Resort,  hotel pequeno e muito charmoso

 

Anote:

Aeroporto: Aeroporto Internacional Princess Juliana (SXM)

Capital: Philipsburg (lado Holândes), Marigot (lado Francês)

Moeda: Florim holandês (US$ 1 equivale a Naf 1,82, mas o dólar é bem aceito). No lado francês, o euro é a moeda local

Idioma: Holandês, mas o inglês é sempre falado

Visto: Sim, visto americano devido à conexão nos Estados Unidos

Vacina: Febre amarela

Código de telefone: 599

Melhor época para viajar: O ano todo, temperatura média de 29 a 22° C

 

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Turtle Island – Ilhas Fiji

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Já imaginou uma ilha “all inclusive”? Com acomodação para apenas 14 casais de cada vez?

Uma lagoa azul é o cenário dessa ilha paradísica chamada Turtle Island.

Ventos suaves, cheiro de flores tropicais, águas quentes e azuis… São 14 praias particulares que convidam os casais a desfrutar de um dos cenários mais perfeitos do planeta.

A ilha é completa e assim que chegamos somos recebidos por nossa “Mama Bure”, que nos ajuda com tudo que precisamos. Das refeições às atividades durante o dia, tudo na ilha é para nosso uso exclusivo. Ela fica a diposição para se certificar do que precisamos e desejamos durante a nossa estadia.

 

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A culinária é à base de frutos do mar frescos das águas locais, frutas e vegetais cultivados na ilha… tudo delicioso!

A experiência cultural começa no momento em que conhecemos os gentis e simpáticos anfitriões locais. E a partir disso é uma surpresa maior do que a outra; eles fazem de tudo para agradar!

 

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As 14 vilas dessa ilha em Fiji são separadas por praias privadas, que acomodam apenas 28 pessoas ao mesmo tempo. Cada uma das 14 casas (chamados de “bures”) se estende ao longo da famosa “Lagoa Azul” e são separadas umas das outras por praias de areia branca e coqueiros. Ou seja, você vai ter o seu próprio pedaço de paraíso!

Turtle Island Fiji é aquilo que sempre sonhamos para a lua de mel perfeita, aniversários de casamentos ou renovações de votos.

O hotel já foi premiado por seu compromisso com o turismo sustentável, o que torna essa energia da ilha ainda mais interessante. E também é constantemente classificado como um dos melhores e principais destinos de lua de mel do mundo!

 

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Mas a gente só entende isso quando chega lá. Quando se depara com a essência do romance o tempo todo à nossa frente… Seja no piquenique compartilhando uma taça de champanhe com a pessoa que você ama, no jantar à luz de velas num platô sobre as águas ou na troca de votos de uma cerimônia de casamento!

 

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Só posso dizer que conhecer Turtle Island transformará o seu sonho de lua de mel perfeita em realidade!

 

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Bali

Sempre fui fascinada por destinos exóticos, culturas diferentes e lugares com paisagens de tirar o fôlego. A Indonésia estava na minha wish list há algum tempo.

Bali é uma das 13 mil ilhas da Indonésia e a província desse país. Faz parte das Pequenas Ilhas de Sonda e fica entre as ilhas de Java e Lombok.

Dempassar é a capital, conhecida por suas manifestações culturais, como a dança, a escultura, a pintura, o trabalho em couro e metais e a música.

Confesso que depois de ler o livro e ver o filme Comer, Rezar e Amar, fiquei mais fascinada ainda.

O local é um paraíso natural e o contato com a natureza nos deixa mais propensos ao amor, seja por quem está ao nosso lado, ou por amor a si próprio. Em Bali, praticamente tudo nos remete ao romance: a hospedagem, a população (sempre alegre e simpática), a culinária, e a beleza da ilha.

Para quem gosta de mergulho ou surf, Bali consegue aliar bons mergulhos com atividades também fora d´água. A felicidade dos surfistas que chegam a Bali é contagiante!

O lado confuso da ilha se dá pelo transporte público precário e trânsito caótico – não só pela mão inglesa, mas pelas milhares de motos que não respeitam qualquer sinalização.

Eu recomendo a utilização de uma agência de viagem ou um guia local para fazer os passeios com mais tranqüilidade.

Andar de táxi apenas do hotel para a vila de Kuta para fazer compras. Dessa forma os dias em Bali serão muito mais produtivos!

Não deixem de conhecer alguns templos, onde se aprende muito sobre a cultura local. É praticamente uma aula sobre arte e arquitetura.

Sugiro os templos Tanah Lot, Uluwatu, o templo de Sangeh (ao lado da floresta dos macacos) e o templo de Besakih – o templo mãe, o maior de todos, aos pés do vulcão Agung.

Quando visitarem o templo de Sangeh não deixem de visitar a Floresta dos Macacos. Lá, centenas de macacos convivem pacificamente com os turistas.

Eles ficam em todos os lugares, sempre a espera de uma fruta ou amendoim. Se você for com objetos soltos, como boné, óculos ou jóias, tenha cuidado com uma aproximação maior! Apesar de serem amigáveis, eles adoram toda e qualquer novidade.

Assistir uma dança é outra sugestão a se considerar. Não se trata de qualquer dança, é praticamente um espetáculo.

Eles combinam boa música, coreografia e um belíssimo figurino. A dança do Barong é a mais procurada e é apresentada em diferentes lugares.

Visitar a vila dos artesãos também não pode ficar fora do roteiro. A ilha reúne um grande número de artesãos em vilas.

Na vila de Ubud ficam os pintores. A vila de Celuk é a vila dos artesãos que trabalham com prata. Os mais procurados são os artesãos que fazem esculturas em madeira. Cada uma mais impressionante que a outra.

Para conhecer bem a ilha, o ideal é fazer paradas estratégicas. A ilha é grande e a distância entre os pontos turísticos é enorme.

Aproveitem para conhecer um dos mercados de frutas e uma plantação de arroz – são milhares espalhadas pela ilha. Em outra ocasião não deixem de almoçar com a bela vista do vulcão e o lago Batur ao fundo ou pegar carona num elefante em Bakas.

É difícil expressar com clareza a real beleza de Bali, mas passar uns dias na ilha é o suficiente para chegarmos a conclusão que estar em Bali é como viver uma nova experiência de vida – a céu aberto!

Como chegar:

A KLM voa via Amsterdam e faz uma conexão em Jacarta. A Air France junto com a Qatar Airways tem um vôo para Doha via Paris. Há voos saindo da Austrália (Sidney) para Bali, pela Qantas.

Onde ficar:

Club Med Bali http://www.clubmed.com

Four Seasons Sayan http://www.fourseasons.com/sayan

Nusa Dua Hotel http://www.nusaduahotel.com

The Samaya Bali http://www.thesamayabali.com

Vistos – O visto para brasileiros é obtido na chegada. Custa US$ 25,00.

Melhor época para visitar – O clima é quente o ano inteiro. Entre os meses de abril e outubro é a estação de seca. Entre os meses de novembro e março chove bastante.

Fonte: Drift Turismo; Bestdest. 

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