Viajando a Dois

República Dominicana

 

Aqui no Brasil, uma pulseirinha de plástico não vale nada. Mas um adereço assim vale muito neste país com mais de 1,5 mil km de litoral.

Essa pulseira especial significa que você está hospedado em um dos mais de 400 resorts com sistema All Inclusive. E isso quer dizer que tudo está incluído na diária. Qualquer refeição, qualquer festa e até bebidas alcoólicas ilimitadas — e é bom não esquecer de que o rum desta nação tem ótima qualidade.

As principais redes de resorts escolheram a República Dominicana por um motivo óbvio: aqui estão algumas das praias mais aliciantes do Caribe. Além de montanhas, florestas e vasta natureza ao redor das ilhas.

Os Resorts são luxuosíssimos mas a maioria cobra diárias bem mais acessíveis — e com um custo/benefício alentador.

A despeito do preço, os resorts têm mais em comum que apenas o bracelete e a interminável oferta de refeições.

Todos eles contam com um conjunto aquático gigante, o rum Brugal (puro ou em misturas sortidas), a cerveja Presidente e os shows em que se dança o animado merengue (no início da noite).

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Santo Domingo, a capital, não é apenas o aeroporto para entrar numa van e seguir rumo aos resorts.

A capital têm razão em se gabar do patrimônio histórico. Ficam aqui a primeira escola das Américas, o primeiro hospital, a primeira rua (chamada Calle de las Damas) etc.

Entre as atrações históricas de Santo Domingo, não se esqueça da Fortaleza Obama.

Mas reserve mais tempo para o Alcazár de Colón, um imponente palácio de pedra. Foi erguido para servir de morada para Diego Colombo — o filho do descobridor.

Não deixe de visitar a primeira igreja das Américas, a Catedral Santa Maria de La Encarnación.

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Entre os muitos atributos a ilha, o mar é um dos mais serenos do Caribe.

Todos adoram o merengue e a maioria considera a ex-vila de pescadores Bayahibe a detentora das praias mais belas do país.

Claro que há muitos resorts e, ainda, um passeio agradável: ir de lancha rápida a Isla Saona.

Fica ao lado da reserva ambiental Parque Nacional del Este.

Partindo de Bayahibe, chega-se a Altos de Chavón, uma vila na montanha inspirada na arquitetura renascentista italiana.

O lugar tem ótimos restaurantes e um anfiteatro para 5 mil pessoas. O resort mais elegante do país fica ali também. O Casa de Campo é um projeto que contou com a colaboração do estilista dominicano Oscar de la Renta.

Punta Cana foi totalmente planejada.

No meio de todo o planejamento as pesquisas revelaram que no leste da ilha chovia ainda menos, então foi só encontrar o ponto ideal: 4 km de praias com as palmeiras mais altas do Caribe.

Em 1981, construíram o primeiro resort, o Club Med. O aeroporto, quatro anos mais tarde.

Os resorts têm tanto conforto que é difícil sair deles. Mas saia ao menos para navegar até a Praia de Juanillo. Quem está em lua de mel se depara com resorts exclusivos para casais, como também paisagens maravilhosas e atendimento personalizado.

Recomendo o Hotel Paradisus Punta Cana, um dos mais luxuosos das Praias de Bávaro. Mistura luxo com facilidades, incluindo o Servicio Real, tratamentos corporais e massagens em seu exclusivo Spa.

Se o orçamento é menor, sugiro o Hotel Punta Cana Princess All Suite Resort. É uma excelente opção para quem busca qualidade e economia. O hotel também dispõe do sistema All Inclusive e oferece uma estrutura completa.

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O que você deve saber:

• Não faz muito sentido alugar automóvel. Os resorts fazem os traslados ou chamam um táxi a hora em que você resolver sair. Em Santo Domingo o trânsito não ajuda.

• A língua é o espanhol, mas nos resorts os funcionários também falam inglês. Além disso, o povo se esforça bastante para entender o português.

• Se você gosta de Cassinos, prepare-se, a República Dominicana é um paraíso para os jogadores! Só não vão encontrar cassinos na região de Bayahibe.

• Se for andar de taxi em Santo Domingo, pergunte no hotel qual o valor médio que você pagará no trecho solicitado e negocie com o taxista, para não ter uma surpresa desagradável no final.

• Curiosamente, o prato típico do país é muito semelhante àquela comida do nosso cotidiano: arroz branco, feijão-preto e carne bovina. Mas os temperos são bem diferentes e mais picantes. O prato chama-se Bandera Dominicana porque tem as cores da bandeira nacional. Outro prato típico: o Mofongo é feito com pernil, pimenta do reino, ervas frescas, camarões, alho e banana. Bem diferente!

• O rum e a cerveja do país são de boa qualidade. Mas, se gostar de bebidas, ao reservar hotéis com sistema all inclusive, certifique-se se estão incluídas bebidas produzidas fora da República Dominicana. Por uma pequena diferença de valores, você se hospeda em resorts que trabalham com bebidas de várias nacionalidades.

COMO CHEGAR

Do Brasil (São Paulo), há vôos pela GOL direto para Punta Cana. As companhias aéreas com melhores conexões para Santo Domingo são: Avianca, Copa, Lan, Taca, e American Airlines via Miami. A Copa e a Lan também chegam em Punta Cana.

Em Santo Domingo não deixe de visitar:

– El Faro de Colón

– Museu Alcazar de Colon e Museu das Casas Reais

– Los Tres Ojos Parque Nacional

Restaurantes:

Pat’e Palo

La Briciola

Em Punta Cana não deixe de fazer:

– Marinarium, passeio de Catamarã com oportunidade para nadar com tubarões – http://www.marinarium.com

– Excursión Bavaro Splash, passeio com lanchinhas por todo o litoral de Bavaro até chegar aos recifes de corais para snorkel.

Anote

Aeroporto: Aeroporto Internacional Las Américas, em Santo Domingo ou Aeroporto Internacional de Punta Cana

Capital: Santo Domingo

Moeda: Peso Dominicano (US$ 1 equivale a 36 pesos dominicanos)

Idioma: Espanhol

Visto: Não. Formulário de imigração e tarjeta de turismo no valor de US$10, deve ser comprada no aeroporto de chegada no país

Vacinas: Febre amarela. A vacina não é obrigatória, mas recomendada

Fuso horário: 02 horas a menos que Brasília.

Melhor época para visitar: Todo o ano, temperatura média de 28ºC, porém de agosto a novembro existe o risco de furacões.

 

Fonte: Viajando a Dois, Drift, Adv.

Foto Divulgação

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10 cidades na Europa que você precisa conhecer

 

1 – Amsterdã

A capital holandesa, com seus canais, bicicletas e casas antigas, possui a peculiaridade de ser uma cidade cosmopolita com cara de pequena.  É charmosa, encantadore e além disso, a liberdade que impera lá não é encontrada em nenhum outro lugar da Europa. Museus de arte como Rembrandthuis e Van Gogh são paradas obrigatórias. O melhor período é na primavera européia, quando as tulipas florescem.

2 – Barcelona

Boa culinária, fantástica arquitetura e muito agito. Barcelona é hoje uma das mais badaladas e vibrantes cidades do velho continente. Aproveite os tradicionais restaurantes de tapas e bares, os diversos concertos de música catalã e museus de Antonio Gaudí até Picasso. Fuja da alta temporada do verão europeu onde tudo fica mais cheio e tumultuado e se puder visite a cidade no outono ou primavera.

3 – Berlin

Após a queda do Muro, a cidade se modernizou, mas não esqueceu sua história. Partes do muro e dos tempos de guerra fria ainda estão fincadas e o bunker onde Hitler ficou nos últimos dias de guerra pode ser visitado. Não esqueça de conferir a principal marca de Berlim: a Porta de Brandenburgo. O ideal é ir entre os meses de maio e outubro, quando a temperatura da cidade está bem agradável.

4 – Lisboa

Uma atmosfera despretensiosa com uma arquitetura diversificada faz de Lisboa uma cidade única na Europa. Visite os diversos museus e galerias de arte. Tenha tempo para saborear a culinária local. Não esqueça de lugares como Alfama, Bairro Alto e Praça do Comércio. Todas são símbolos históricos da capital lusitana. No final do verão, Lisboa está calma e esbanja sensualidade, já na primavera dias quentes intercalam com noites mais amenas.

5 – Londres

Trata-se da principal metrópole do continente europeu. Hóteis, restaurantes, lojas e boates são todas de primeira linha. A arquitetura e cultura não fica para trás. Você precisa conhecer certos  lugares como o Big Ben, a London Eye, National Gallery, British Museum, Torre de Londres e confira a troca de Guarda Real no Palácio de Buckingham. Uma cidade desse porte pode e deve ser visitada em qualquer época do ano.

6 – Milão

A capital mundial da moda é também um ótimo lugar para desfrutar de excelente culinária, ópera, igrejas e artes. Além das famosas boutiques de grife, visite o Teatro Alla Scala, os museus Pinacoteca di Breta e Leonardo da Vinci Museu de Ciência e Tecnologia e a Igreja Duomo. O calor do verão é bem forte, o ideal é  ir no começo da primavera ou outono.

7 – Paris

A mais glamourosa e romântica cidade do mundo. Tem ampla oferta de museus, restaurantes, bistrôs, café e hotéis para todos os gostos e preços. Lugares como Torre Eifel, Museu do Louvre, Centro Pompidou, Jardim Luxemburgo e Montmartre são points imperdíveis para qualquer pessoa. O melhor período, sem dúvida, é na primavera, quando a vegetação nos entornos do Rio Sena começa a florescer e a cidade ainda está tranquila. O período de Natal mostra uma Paris iluminada e enfeitada.

8 – Roma

Uma cidade carregada de história. Por mais de dois milênios, visitantes vêm conhecer as belezas de Roma como Coliseu, Pantheon, Fórum Romano, Praça da Espanha e Vaticano. Aproveite também para desfrutar do melhor da culinária italiana com muita pizza e massa. Roma deve ser visitada na primavera ou no outono, já que durante o verão o calor é muito forte.

9 – São Petersburgo

Por mais de dois séculos, os czares da Rússia governaram São Petersburgo, deixando fortes marcas na arquitetura da cidade. A grandiosidade das catedrais e dos palácios fascina. Não deixe de ir à Igreja on Spilled Blood, ao museu The Hermitage e ao marco da cidade: Admiralty. Apesar do frio, no inverno a cidade fica coberta de neve e ganha um clima especial. Para apavorados por temperaturas negativas, a pedida é a primavera.

10 – Viena

Antes considerada por muitos um local sem vida e ultrapassado, Viena se redescobriu. Além dos belos monumentos, palácios, museus e teatros de ópera, hoje a capital da Áustria possui excelentes e novas opções de restaurantes e bares. Além disso, é considerada umas das cidades européias mais fresca e bonita, com seus belos jardins. Vá para Viena no verão sem se preocupar com o calor exorbitante.

E vocês? Quais dessas cidades já visitaram?

Qual dessas cidades é a mais romântica para viajar a dois?

Deixem suas dicas também!

 

Fonte: Terra, Drift Turismo

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Jamaica

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Tudo bem, outras ilhas do Caribe são mais ricas. Ou exclusivas. Ou até bonitas. Mas a Jamaica exportou sua cultura para todo o caribe.

Trancinhas nos cabelos (os dreadlocks), reggae, enormes boinas de lã e até o jeito malemolente de andar, nasceu na terceira maior ilha do Mar das Antilhas.

É o que se pode chamar de jamaican-way-of-life. Quem vem em busca desse estilo não se frustrará.

Negril tem 11 quilômetros de praias, com águas mansas como as de uma piscina.

As baías de Long Bay e Orange Bay são ótimas opções para começar a conhecer a ilha. Na hora do almoço, experimente os jerks, petiscos de carnes marinadas. Ou as empanadas patties. Mas cuidado, vem tudo apimentado.

West End é o trecho dos penhascos e piscinas naturais. Fim de tarde, vai juntando gente, para ver o pôr-do-sol e tudo termina no famoso Rick’s Cafe.

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Outra dica é tirar um dia para conhecer e beber uma cerveja Red Stripe na praia Doctor Cave’s, em Montego Bay.

É um lugar daqueles em que relutamos a sair. Há quem consiga. Para esses, as dicas são: ir a Rose Hall Great House e ao vilarejo Falmouth, com linda arquitetura georgiana (sim, a Jamaica foi colonizada pelos ingleses).

Se vocês gostam de aventura, um rafting no Rio Martha Brae também é programa divertido!

A praia de Ocho Rios é linda e tem aquele cenário clássico de casais andando de mãos dadas curtindo o clima romântico no ar.

Para quem curte natureza, o legal é escalar, a dois, as pedras da Cachoeira Dunn’s River Falls.

Outros passeios levam a Goldeneye e Firefly. A primeira foi a casa do escritor Ian Fleming, autor da série OO7 e virou um hotel. A praia em frente chama-se Bond… James Bond.

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A Jamaica também tem sua Graceland, mas nesse caso, é a casa onde Bob Marley nasceu, no vilarejo de Nine Miles. Tudo lá gira em torno do músico. Na casa estão todos os discos, objetos, roupas e muitas outras coisas.

O lugar tornou-se ponto de encontro dos rastafáris e seguidores da religião que propõe a volta dos descendentes de escravos à África. Nine Miles fica próximo da capital da Jamaica, Kingston.

Em Kingston, a dica é fazer uma visita a belíssima Devon House, uma mansão do século 19. É tão grande que tem espaço suficiente para restaurantes muito bons, como o Norman’s on the Terrace e o Devonshire.

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O lugar mais elegante da Jamaica é Port Antonio. Quando era menos badalado, foi frequentado por astros e magnatas de Hollywood. Um deles foi visitar a Lagoa Azul — um encanto! — e inspirou-se para produzir o filme do mesmo nome.

Os resorts na Jamaica são tão auto-suficientes que se você quiser casar por lá, basta pedir: “Queremos nos casar”. A cerimônia será celebrada nas areias com direito a espumante da melhor qualidade, frutos do mar e muita pimenta.

Costumo recomendar aos casais que querem ir a Jamaica, o Sandals Royal Caribbean Resort & Private Island em Montego Bay. Além de lindo e super luxuoso o lugar tem serviço all inclusive, e os quartos para lua de mel tem piscina particular. O hotel trabalha com Butler Service, um serviço disponível apenas para o nível mais alto das suítes, onde todas as suas vontades são antecipadas e atendidas pelo seu próprio mordomo pessoal. Tudo muito chique!

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O que você deve saber:

• A maioria dos resorts all inclusive da Jamaica não cobram gorjetas, nem aquelas taxas de impostos.

• Pergunte sempre antes de fotografar um rastafári, nem todos gostam de aparecer.

• Os resorts oferecem excursões para as principais atrações. Mas, se quiser ir um pouco mais longe, alugue um carro, lembrando que a mão é inglesa. O transporte público na ilha é precário, não arrisque!

• Toda grande cidade tem uma feira. Em Ocho Rios você encontrará uma réplica do Taj Mahal, trata-se de um shopping dutyfree.

• Importante: vários passeios são oferecidos com saídas de mais de uma localidade. Normalmente os passeios de Negril e Montego Bay são os mesmos, assim como os de Montego Bay e Ocho Rios, cuidado para não repetir os mesmo passeios.

Os melhores passeios na Jamaica

Bamboo River Rafting – não deixe de fazer este rafting em canoa de bamboo pelo rio Martha Brae.

Rose Hall Great House – viva a experiência da época colonial britânica visitando esta construção de 300 anos.

Dolphin Cove – parque aquático para nadar com golfinhos e tubarões

Dunn´r River Safari – tour em 4×4, por lindas paisagens que termina na famosa cachoeira.

Bob Marley Jeep Tour – passa por lugares que marcaram a vida do cantor, inclusive Nine Miles e seu mausoléu Bobsled Jamaica, possui um percurso de 1.000m de descida em trenós, de alta tecnologia, em alta velocidade na floresta. Imperdível!

Pier One – A mais animada festa na sexta-feira à noite! Na Howard Cooke Blvd.

Margaritaville Ocho Rios – complexo de entretenimento durante o dia com restaurante (cozinha jamaicana) e a noite um dos bares mais animados.

 

Anote

Aeroporto: Aeroporto internacional de Sangster, em Montego Bay e Aeroporto Norman Manley, em Kingston

Capital: Kingston

Moeda: Dólar jamaicano (US$ 1 equivale a 89,68 dólares jamaicanos)

Idioma: Inglês

Visto: Não é necessário

Vacinas: Febre amarela

Fuso horário: 02 horas a menos que Brasília

Melhor época para visitar: Temperatura média de 28ºC, mas de agosto a novembro existe o risco de furacões.

 

Onde ficar

Gran Bahia Principe Jamaica  http://www.bahia-principe.com/en/hotels/runaway/resort-jamaica/

Iberostar Grand Hotel Rose Hall  http://www.iberostargrandhotel.com/

Riu Montego Bay  http://www.riu.com/pt/home.jsp

Secrets St. James  http://www.secretsresorts.com/st-james-montego-bay

Sandals  http://www.sandals.com/destinations/jamaica.cfm

 

Fonte: Viajando a Dois, Drift, Nascimento, Adv.

Foto Divulgação

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St. Barths

O nome é uma abreviação. Oficialmente, St. Barth’s chama-se Saint-Barthélemy.

A ilha também é pequena, são 32 praias fechadas, cercando uma ilha árida. Mas, nesse lugar — francês até a última gota de perfume —, cabe todo o requinte do planeta.

Basta chegar ao porto de Gustavia (a única cidade de St. Barth´s) e observar iates de cinco andares. A ilha não ostenta palacetes, dizem os nativos que seria um crime contra a elegância.

Já tínhamos escutado falar que St. Barth’s ou ainda St. Barts não atrai só magnatas com casas de veraneio. Hoje, também tem hotéis pequenos e exclusivos, como o nome e o destino da ilha. Para muitos, tornou-se a ilha mais exclusiva do Caribe.

O ponto ideal para admirar a enseada do porto chama-se Carl Gustaf. Este também é o nome do hotel erguido numa encosta, na altura exata para ver o pôr-do-sol no terraço.

Ao ar livre, no próprio terraço funciona um piano-bar. Se puderem, jantem no restaurante do hotel. A culinária é o fino do fino, pratos divinos e serviço exclusivo. Caso sua conta corrente seja ainda mais polpuda, hospede-se em um dos 12 bangalôs.

Todos têm piscina privativa na encosta, com vista para um conto de fadas. Os casamentos a tardinha são tão românticos que até quem já casou numa praia, fica com vontade de um revival. É lindo!

Se vocês são o tipo de casal que se interessa por culinária, estão no lugar certo. A cozinha é francesa. Longe de serem pratos servidos com porções pequenas, aqui é tudo muito bem servido e com requinte. E ninguém chega a reclamar desse fato, claro.

Mas a culinária local não se resume a foie gras, coq au vin e demais clássicos.

Minha dica é entrar no MAYA’S ou se acomodar no terraço à beira-mar do restaurante. É imperdível. A ilha também apresenta a cozinha asiática no Eddy’s e thai-japonesa no Baz.

Come-se bem em St. Barts. Muitíssimo bem.

Quem está a procura de sossego e bom serviço, optou pelo lugar certo.

Os hotéis estão muito bem localizados e contam com serviço exclusivo para casais em lua de mel. A maioria fica na Baie Saint-Jean.

São duas praias divididas por um acidente geográfico de nome emblemático: a Pedra do Eden.

Ali brilham as areias mais visitadas da ilha, sem ofender o sossego. Lá tem restaurantes e barzinhos na medida exata — como quase tudo em St. Barts. Estão a passos da sua comodidade, mas primam pela discrição. E sem música alta, évidemment.

Das 32 praias de St. Barts, apenas uma não tem acesso fácil. Quanto às outras, basta estacionar o carro.

E obviamente a praia que exige maior esforço para ser aproveitada também é considerada a mais bonita. A praia é a Colombier.

Tem areias imaculadas, rochas enormes e mar transparente. Pegue uma das diversas trilhas de 30 minutos que levam a esse lugar espetacular. Vale a visita. Mas para quem prefere a comodidade, barcos zarpam diretamente para Colombier, a partir do porto de Gustavia.

Há praias para aproveitar o sol em pontos mais isolados. Tanto ao sul quanto no norte. Ao sul, estão Lorient, Marigot e Grand Cul de Sac. Ao norte Grand Saline e Gouverneur. Para chegar a Gouverneur, siga em direção a Lurin. A estrada não é lá essas coisas, mas a praia compensa – com palmeiras e a visão das ilhas mais próximas.

Uma lenda conta que um pirata do século 17, Montbars, o Exterminador, escondeu um tesouro, não encontrado até hoje.

Dicas:

Alugar um carro não custa uma fortuna e é imprescindível para conhecer a ilha. A moda entre os turistas mais descolados é alugar um mini-cooper.

Se quiser economizar nas refeições, basta ir a La Rôtisserie ou ao Maya’s to go. As lojas vendem queijos, vinhos, patês. Ninguém achará estranho se você fizer um piquenique. Muitos casais fazem disso uma comemoração.

O idioma francês predomina, mas nos hotéis, restaurantes e lojas, o inglês é falado pelos ilhéus.

GUIA ESPERTO

Como chegar

A forma mais rápida é via St. Maarten (está a 10 min. de voo), sendo essencial dormir na lha uma noite na ida e outra na volta. É necessário o visto americano, devido à conexão nos Estados Unidos. Também existem Ferrys que saem dos portos de St. Maarten (Oyster Pond Port) e St. Martin (Marigot Port) com tempo de percurso de 1h 30m.

Onde Comer

MAYA’S, Public, Tel: 590 590 277-573 – http://www.st-barths.com/mayas

Eddy’s, Rue Samuel Fahlberg, em Gustavia, Tel: 590 590 275-417

Baz, Porto de Gustavia, Tel: 590 590 297-409 – http://www.st-barths.com/baz/

L’Isola, Rue du Roi Oscar II – http://www.lisolastbarth.com

Restaurante do Hotel Le Sereno, Cul de Sac http://www.lesereno.com

Do Brazil, Shell Beach, Gustavia http://www.dobrazil.com

La Rôtisserie (para o pic-nic na praia), Praia de St. Jean

Maya’s to go, St. Jean – http://www.st-barths.com/mayas-to-go

Comprar

As marcas famosas estão na Carré d’Or, em Gustavia e na Villa Créole, em St. Jean.

Para curtir a noite

Yacht Club

Eden Rock    http://www.edenrock.com

Nikki Beach     http://www.nikkibeach.com/stbarths

Le Ti St-Barth

Onde ficar

Le Village St. Jean (não é pé na areia), Colline de St. Jean    http://www.villagestjeanhotel.com

Eden Rock Hotel     http://www.edenrockhotel.com

Hotel Guanahani & Spa      http://www.leguanahani.com

Anote

Aeroporto: Aeroporto Gustaf III

Capital: Gustavia

Moeda: Euro, mas o dólar também é aceito

Idioma: Francês e o inglês também é falado fluentemente

Visto: Sim, o visto americano devido à conexão nos Estados Unidos

Vacinas: Febre amarela

Eletricidade: 220V

Fuso horário: 01 hora a menos que Brasília

Melhor época para visitar: Todo o ano. De setembro a maio a média é de 24 ºC e de junho a agosto a média é de 28ºC, lembrando que em setembro e outubro existe o risco de furacões.

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Bahamas

Tal como acontece em Las Vegas, é muito fácil se casar nas Bahamas.

A rigor, basta o passaporte e cerca de US$ 150. O padre e a igreja são ecumênicos. O astral é altamente propenso ao romance. Já chegamos lá apaixonados e ficamos mais ainda ao conhecer algumas das 32 ilhas habitadas.

Apenas duas ilhas reúnem a maioria dos visitantes: New Providence (Nassau) e Grand Bahama.

O turismo e os bancos sigilosos garantem a economia de um lugar ótimo para mergulhar, nadar, velejar, curtir e namorar. E até casar.

Claro que as praias são indispensáveis, mas vale muito fazer o tour que começa na Christ Church Cathedral (interior espetacular e vitrais idem), passar pelos prédios cor de rosa da Parliament Square, avançar pela antiga cadeia (hoje, biblioteca) e terminar na residência do governador-geral.

A essência caribenha e inglesa ainda se mantém apegada aos hábitos britânicos.

Duas pontes, por exemplo, unem Nassau a Paradise Island. Em Nassau, é interessante ver os coloridos mercados da Bay Street, as lojas duty free e o penteado das mulheres.

Os cruzeiro costumam ancorar em Freeport, em Grand Bahama, em virtude não só das praias mas, também, do International Bazaar. International Bazaar é um shopping gigantesco, temático, dividido em seções com produtos de diferentes partes do mundo e com preço bastante convidativo. Outra atração é caminhar pelas largas avenidas e sair em Port Lacaya.

Tem de tudo lá: hotéis extraordinários, cassinos e, o melhor, bares pertinho das marinas e do charmoso iate clube. O lindo canal interno que separa a região da ilha também faz de Freeport um lugar que vale constar no roteiro.

No Monte Alvernia, o ponto mais alto de Cat Island, existe um mosteiro todo em pedra. Cat Island é, ainda, o lugar onde os nativos praticam o Obeah, um ritual de magia. Até hoje muitos casais americanos procuram o lugar para “absorver” um pouco da magia local.

Little Bahamas Banks é o ponto certo para quem procura águas rasas, com uma visibilidade absurda e mar tranqüilo. Também é lugar de diversão. Basta pegar um barco e seguir rumo a região dos golfinhos.

É quase impossível determinar o número desses cetáceos, são muito, nadam livremente e não se assustam com nada. Em alguns dias, a colônia é ainda maior. Seja como for, sempre haverá golfinhos amistosos. Dá para nadar ao lado deles, interagir, e brincar.

Andros – a maior ilha das Bahamas é desabitada. Mas isso não quer dizer que você não deve se hospedar por lá. Meus amigos mergulhadores não querem outra vida. Fica lá o mais antigo resort de mergulho do arquipélago, o Small Hope Bay Lodge. É lá que ficam as mais extensas barreiras de corais do mundo e os 50 “buracos azuis”. Indispensável, mesmo para quem não pratica mergulho com cilindros. Se você adora fazer snorkeling, pescar, ou apenas admirar uma linda paisagem, não deixe de visitar.

Outra dica imperdível é se hospedar ou visitar o Hotel Atlantis. Muito consideram a Disneylândia aquática! Sim, o lugar é demais. Um hotel enorme, com milhares atrações aquáticas num clima de muito astral. Vale apena ver os vídeos com as atividades. http://www.atlantis.com/

Curiosidades:

As estatísticas apontam que Bahamas têm mais de 310 dias de sol ao ano!

Todos os grandes hotéis oferecem saídas para mergulho. A mais radical delas é promovida pela Stuart Cove. Você desce a 15 metros de profundidade numa espécie de bike aquática onde sua cabeça fica coberta e seca (claro!), é bem parecido com uma bolha. A “bolha” ou cúpula, é grande o suficiente para a sua cabeça e até suas mãos. Isso também significa que você respira normalmente sem a necessidade do uso de tubos de snorkel ou reguladores, como você faria se estivesse mergulhando. Lá embaixo você vai vislumbrar recifes de coral, peixes coloridos, e sim, diversos tubarões. Eles são alimentados na nossa frente por um funcionário da Stuart. Mas o mergulho é seguro — e vale para contar aos netos um dia.

Para saber se uma loja é duty free, procure pelo selo DFS. Você consegue descontos de 25% a 50% em relação aos preços nos EUA. Perfumes, cristais, roupa de couro, jóias, roupas de cama, mesa e banho, relógios, equipamentos fotográficos, porcelana, etc, são itens isentos de impostos.

Os frutos do mar são a base da dieta bahamense. O conc é um tipo grande de molusco oceânico que possui carne branca, firme, desfiada. Uma delícia!

A “Festa do Caranguejo” acontece nas noites de sexta no The Churchill Garden Bar, ao lado do International Bazaar. Começa às 18h30, e é bom chegar cedo para não perder nada.

COMO CHEGAR

Não há voo direto. As companhias aéreas com melhores conexões são: Delta Airlines e American Airlines, via Estados Unidos, lembrando da necessidade do visto americano.

NASSAU

Visitar

Escadaria de Rainha, Avenida Elizabeth na altura da Shirley Street. Visita obrigatória em Nassau.

Mergulhar

Stuart Cove’s – http://www.stuartcove.com

Compras

Bahama Craft Centre (Artesanatos), Paradise Island, em frente à Hurricane Hole Plaza

Festival Place (Artesanatos), Prince George Wharf (cais), Bay Street, Nassau.

GRAND BAHAMA

Visitar

Parque Nacional Lucaio, possui um dos maiores sistemas de cavernas calcárias, submarinas do mundo, mangues e uma praia magnífica.

Trilha Heritage (8 km), uma das principais trilhas da ilha, de trajeto fácil, visitando as ruínas do “The Hermitage”.

Compras

International Bazaar

Fragrance of The Bahamas, Freeport http://www.perfumefactory.com

Opções de hospedagem para sua viagem a dois:

British Colonial Hilton Nassau

Paradise Island Harbour Resort

Sandals Royal Bahamian Spa Resort & Offshore Island

Wyndham Nassau Resort & Crystal Palace Casino

Anote

Aeroporto: São 3 aeroportos internacionais, mas o principal é o de Nassau/Paradise Island, Grand Bahama e Exuma

Capital: Nassau

Moeda: Dólar bahamense (B$) e equivale ao dólar americano, que também é aceito como moeda

Idioma: Inglês

Visto: Não é necessário, mas o visto americano é indispensável para quem voa via EUA

Vacinas: Febre amarela

Código de telefone: 1 242

Melhor época para visitar: A média anual é de 27 graus, lembrando que de agosto a novembro existe o risco de furacões

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